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12 dezembro, 2011

Curso básico de mapas mentais



O Departamento de Inovação e Sociedade de Conhecimento espanhol de Gipuzkoa, disponibiliza de forma gratuita o curso de mapas mentais. É uma produção extremamente bem elaborada de auto-aprendizagem.

10 outubro, 2011

Marketing de Guerrilha - Conquistar o consumidor - Conceitos fundamentais (parte 1 de 2) Gratuito - Online
 


No dia 12 de Outubro de 2011 o eAprender irá realizar a sessão Marketing de guerrilha a distância. A participação é gratuita. Mais informações na página da ação.

26 setembro, 2011

Workshop internacional - Aprendizagem digital no horizonte - 11 de Outubro
 

No dia 11 de Outubro de 2011 terá lugar nas instalações do Citeve o workshop internacional Aprendizagem Digital no Horizonte 2020.

O workshop conta com a presença de 24 organizações de 12 países diferentes (Reino Unido, Alemanha, Turquia, Suécia, entre outros) que integram os seguintes projectos europeus:

• TC4Me – Competence Raising for Textile Competitiveness in Multicultural Environment
• LabTV - e-Learning WebTV for Textile Testing Laboratory
• e-Tex-Lab: Internet Based Textile Education Laboratory
• EMUVE - Entrepreneur Multi-User Virtual Environment

Com um painel de especialistas nacionais e internacionais, será uma excelente oportunidade de reflexão, partilha de conhecimentos e experiências no âmbito da aprendizagem digital.

O workshop terá tradução simultânea e integra 4 painéis de excelência. O programa contempla mais de 10 intervenções que abrangem experiências e testemunhos de especialistas na área.
• Painel 1 – Aprendizagem ao Longo da Vida e Mobilidade;
• Painel 2 – Qualidade e Eficiência na Aprendizagem e Formação;
• Painel 3 – Inovação e Criatividade na Aprendizagem e Formação;
• Painel 4 – A Estratégia 2020.

A iniciativa contará com a presença de cinco moderadores com renome (Ana Cunha da Agência PROALV; Elsa Caramujo da ANQ - Agência Nacional para a Qualificação; Inês Berlenga do IAPMEI – Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação; Etelberto Costa do Creative Learning e Gonçalo Xavier do RECET – Rede de Centros Tecnológicos) que irão incentivar à reflexão em mesa redonda, onde terão uma intervenção activa e direccionada para as principais prioridades e objectivos da Estratégia Europa 2020.

Será facultada a possibilidade de acompanhar o workshop via Web TV e second life.

A inscrição é gratuita, mas sujeita a confirmação pois a participação é limitada ao número de lugares do auditório.

12 abril, 2011

Seminário Internacional - Sistema online de Gestão da Avaliação

Univ. Católica | Lisboa | 19 Abril 2011


"A avaliação, nas suas diferentes modalidades, é um tema que está na ordem do dia. A construção e aplicação de padrões de qualidade, partilhados e aceites pelos diferentes intervenientes do Sistema Nacional de Qualificações, assume uma relevância estratégica essencial para os resultados dos processos de ensino-aprendizagem."

O Centro Nacional de Qualificação de Formadores (CNQF), do Departamento de Formação Profissional do IEFP, vai realizar o Seminário Internacional - Sistema online de Gestão da Avaliação na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, no próximo dia 19 de Abril, das 9:30 às 17:30 horas, no Auditório Cardeal Medeiros (programa).

O debate segue o modelo do programa “Prós e Contras” da RTP, tendo duas mesas de especialistas, portugueses e estrangeiros, e intervenções a partir da plateia.

Pretende-se, com este formato, obter uma troca de impressões mais viva e plural, que proporcione a todos os participantes um conhecimento mais aprofundado de algumas boas práticas nos domínios da avaliação e das plataformas colaborativas, bem como uma reflexão prospectiva sobre as exigências de qualidade que se colocam, nos próximos anos, aos diferentes actores do sistema de educação-formação-emprego.

Neste seminário será ainda apresentada uma ferramenta informática inovadora, designada por “Sistema online de Gestão da Avaliação”, a disponibilizar oportunamente pelo IEFP a todos os formadores e professores, que visa facilitar a administração, simulação e elaboração de instrumentos de avaliação, tais como provas, testes, casos, problemas, jogos e portefólios.

Inscrições em www.avaliacaoonline.org.

25 março, 2011

VII Seminário e-Learning - "Aprender nas Redes Sociais: Ampliar e Colaborar"

1 de Abril de 2011
Auditório A3 - Centro de Congressos da Exponor - Matosinhos

Que pedagogias são necessárias para promover a aprendizagem usando tecnologias educativas emergentes? O que são ambientes sociais de aprendizagem? Como se produzem conteúdos rápidos e eficazes para serem utilizados quando e onde necessários na sala de aula, nas plataformas, nas redes sociais? Como se ampliam experiências de aprendizagem nas redes sociais?

Estas e outras questões serão debatidas no VII Seminário e-learning "Aprender nas Redes Sociais: Ampliar e Colaborar" promovido pela TecMinho/Gabinete de Formação Contínua da Universidade do Minho e Exponor, a decorrer no próximo dia 1 de Abril, no Centro de Congressos da Exponor - Matosinhos. Integrado na Qualifica - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, este será o 7.º evento realizado pela TecMinho na área do e-learning a convite da Exponor.

Neste seminário de praticantes do e-learning serão apresentados e demonstrados exemplos práticos de como tirar partido das tecnologias educativas para proveito da aprendizagem e do sucesso educativo dos alunos. Criar podcasts para aprender Biologia, usar o Twitter para ampliar a formação em sala, usar dispositivos móveis para melhorar a aprendizagem, criar e disponibilizar conteúdos rápidos através do itunesU, entre outros.

As inscrições são gratuitas, limitadas à dimensão da sala, estando disponíveis em www.tecminho.uminho.pt/elearning. As inscrições serão válidas apenas após posterior confirmação por parte da organização, via e-mail.

21 março, 2011

ED-MEDIA - Conferência Mundial sobre Multimedia educativa, Hipermedia e Telecomunicações - Lisboa

Realizar-se-á entre os dias 27 de Junho e 1 de Julho de 2011, em Lisboa, a Conferência Mundial sobre Multimédia educativa, Hipermédia e Telecomunicações - ED-MEDIA, uma iniciativa da Association for the Advancement of Computing in Education (AACE).

Esta Conferência anual internacional serve como fórum interdisciplinar para discussão e partilha sobre pesquisa, desenvolvimento e aplicações em todos os tópicos relacionados com multimédia, hipermédia e telecomunicações/educação a distância. O evento envolve cerca de 1500 líderes nesta área, de cerca de 70 países.

No evento deste ano, estarão presentes oradores como Alec Couros, da University of Regina, Canada, com a comunicação "Why Networked Learning Matters", Erik Duval, Katholieke Universiteit Leuven, Belgium "On the importance of being open" e George Siemens, Athabasca University, Canada, entre outros.

Mais informações disponíveis em http://aace.org/conf/edmedia/
Seminário iNOVAção em Educação: e-Learning a Distância

A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, vai realizar de 28/03 a 1/04, no Campus da Caparica o Seminário iNOVAção em Educação.

Programa


Inscrições
Webcast da III Conferência de eLearning - TecMinho

O evento decorreu no dia 18 de Março de 2011 na FIL (Feira Internacional de Lisboa) no Parque das Nações, contando com um painel de especialistas nacionais e internacionais em formação a distância e tecnologias educativas.

Parte I – Inovação na Aprendizagem.

28 outubro, 2010

Seminário - Criação de Portfólios

Gravação do Seminário "Como combinar diferentes tipos de elementos num único Portfólio organizado e interactivo" promovido pela Adobe Ibérica.

A criação de Portfólios no Acrobat, as suas diferentes configurações e diferentes tipos de documentos possíveis de agregar são algumas das funcionalidades exploradas neste seminário.

29 julho, 2010

Seminário - eLearning com Acrobat Connect

Gravação do Seminário "eLearning com Acrobat Connect" promovido pela Adobe Ibérica.
A Acrobat Connect é a plataforma de comunicação síncrona da Adobe. Neste Seminário são demonstradas as principais funcionalidades da plataforma, tanto na sua utilização ao nível do Frontoffice como do Backoffice.

20 julho, 2009


O SCORM e a partilha de conteúdos

Neste momento, com a digitalização de conteúdos, podemos afirmar que o conhecimento está ao alcance de toda a população com acesso à internet, mas será mesmo assim? Para além da questão da democratização da informação, haverá de facto conhecimento disponível de forma estruturada, reconhecido no âmbito de sistemas nacionais ou globais que possam ser consultados e reutilizados?
São vários os países que tomaram consciência da importância de uma politica económica relativa aos objectos de aprendizagem. Como base de entendimento e garantia de transferibilidade foi adoptado o modelo de partilha de conteúdos SCORM.


Origem do modelo de referencia de partilha de conteúdos SCORM
O SCORM (Sharable Content Object Reference Model) é uma especificação técnica, constituída por um conjunto de standards técnicos desenvolvidos por várias entidades. Estes standards definem como os objectos de aprendizagem devem ser codificados para que funcionem em outros programas de eLearning. Respeitando esta especificação, há a garantia de que os objectos produzidos comunicam eficientemente com as plataformas de formação, LMS (Learning Managment Systems).
Foi desenvolvido pela ADL (Advanced Distributed Learning Iniciative) que em 1997 recebeu do Ministério da Defesa dos Estados Unidos da América, a incumbência de desenvolver uma estratégia eficaz de gestão da educação e formação baseada em ferramentas tecnológicas.
Desde 2000 teve várias versões. A maior parte das plataformas LMS são compatíveis com a versão SCORM 1.2, estando progressivamente a implementar a versão mais recente a SCORM 1.3, também denominada de SCORM 2004.


Objectivo da especificação técnica SCORM
O SCORM tem como objectivos:
• Facilitar a acessibilidade aos materiais já desenvolvidos através de um sistema de indexação definido;
• Garantir a sua interoperabilidade de forma a que possam ser utilizados nas diferentes plataformas de formação;
• Reutilizar materiais já existentes de forma fácil e ágil permitindo uma economia de escala no desenvolvimento de cursos de formação.

Qual a sua estrutura
Neste momento, o SCORM é constituído por 3 partes: Content Aggregation Model (CAM), Sequencing and Navigation e Run Time Environment (RTE), designadas por livros.


Content Aggregation Model – Livro que contém o processo de criação, a descrição e o agrupamento de objectos de aprendizagem na estrutura do curso;
Sequencing and Navigation – Define as acções a tomar quando um objecto de aprendizagem é seleccionado ou ignorado durante a utilização do curso pelo formando;
Runtime Environment – Define como o objecto é aberto pela plataforma. Permite também que a actividade seja registada e que os dados daí resultantes possam ser tratados.

Partes constituintes de um curso eLearning
Um curso de formação eLearning é o conjunto de todas as suas partes constituintes, organizadas de forma a que sirvam o objectivo a que se destina, através de metodologias adaptadas. O exemplo seguinte pretende estabelecer a analogia entre um modelo de estrutura genérico e o modelo de organização dos referenciais de formação, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificação.


Os documentos podem ser de qualquer tipo: texto, imagem, som, vídeo. Os objectos de aprendizagem (SCOs – Sharable Content Objects), são recursos electrónicos que não necessitam de alteração ou actualizações e são independentes do desenvolvimento dos sistemas tecnológicos. São as unidades de conhecimento mais estáveis e facilmente utilizados em plataformas SCORM compatíveis. Podem ser utilizados em diferentes cursos. Para isso, na sua concepção deve ser garantido que os objectos devem ser pequenos e independentes do contexto formativo.
A identificação destes objectos é feita através da descrição dos seus conteúdos. Esta descrição, ou meta-data, está padronizada, o que torna mais fácil a sua pesquisa nos diferentes repositórios de conteúdos. Deve estar também indicado o autor e qual o tipo de licença de utilização associada.
Quanto mais complexos forem os objectos de aprendizagem, mais especializados eles são e menos possibilidades têm de serem reutilizados noutras Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD).
A probabilidade de reutilização de UFCD’s nas várias componentes de formação vão diminuindo, à medida que o contexto vai aumentando.
As diversas componentes de formação que variam com a modalidade de formação, contêm todos os elementos anteriores e são peças constituintes dos Referenciais de Formação Profissional.
O SCORM e a partilha de conteúdos - Como estruturar um curso eLearning

Organização da informação - O primeiro passo na construção de um curso eLearning, partindo do princípio que possui domínio técnico e científico sobre o assunto bem como experiência pedagógica, é a inventariação de toda a documentação que já possui. Separe os que são seus e identifique os autores dos restantes. Infelizmente é comum a utilização de documentação não proprietária sem autorização do autor para o efeito. Há neste momento vários repositórios de documentação, em que os autores indicam a forma como disponibilizam as suas obras através de licenças Creative Commons. No caso do documento não possuir informação relativamente à forma como pode ser utilizado, contacte o autor, explique a finalidade e peça autorização de utilização e adaptação dos conteúdos.
Todos os elementos utilizados devem ser referenciados. Deve criar um arquivo, onde guarde não só os documentos e o endereço do site onde os obteve, bem como uma impressão em papel da página do site e o tipo de licença que lhe está associada.
Definição da Macro-estrutura – Deve representar o curso através de um esquema ou mapa, onde defina as hierarquias bem com as interacções entre os diferentes conteúdos. As nomenclaturas utilizadas para os diferentes níveis hierárquicos podem mudar em função do sistema de formação, da organização ou do cliente. A título de exemplo, vou utilizar uma nomenclatura o mais próxima possível do sistema anteriormente apresentado.



Os elementos essenciais da página de entrada são a apresentação da acção, os objectivos gerais e específicos e o sistema de avaliação. A apresentação da acção pode ter para além da forma escrita, o formato vídeo para que dessa forma, o formando se identifique com o coordenador da mesma.



A hierarquia Componente de Formação deve enunciar o objectivo geral bem como os objectivos específicos dos módulos (UFCD) que a constituem. Estes objectivos têm que estar por escrito, podendo também ser acompanhados por um vídeo do(s) formador(es).


O primeiro módulo deve ter alguns elementos particulares: um tutorial, com instruções sobre o funcionamento do curso e sobre o interface da plataforma; normas de conduta em relação aos outros formandos e explicação do tipo de interacções, ligações para programas de instalação obrigatória para o correcto funcionamento do curso.


Os módulos seguintes deverão ter: introdução, com a enunciação dos objectivos específicos; conteúdos referentes ao módulo; demonstrações sempre que necessário; síntese dos conteúdos e avaliação, e sempre que possível, com feedback imediato e avaliação nos seus diferentes tipos.


No desenvolvimento de um curso eLearning, a primeira forma dos conteúdos deve ser a de texto, não só porque é a mais preponderante no produto final, mas também porque serve de base de trabalho aos elementos multimédia a desenvolver.
Após os conteúdos sob a forma de texto estarem concluídos, há que seleccionar quais vão ser ilustrados ou substituídos por outros formatos, como imagens, vídeos, aúdio elementos interactivos. Convém criar um sistema de codificação que mais facilmente permita identificar os trechos de texto com os produtos a que deu origem.




Depois de definidos os conteúdos e a forma como vão ser trabalhados, há que estabelecer as regras para que o desenvolvimento seja coerente. Deve ser criada uma linha gráfica em que se definem os atributos do texto, os tipos de letra, os tamanhos em função da importância dos conteúdos, os estilos e, em que circunstâncias devem ser utilizados.


Os elementos como imagens e vídeos devem ser uniformes entre eles, não só em relação ao seu aspecto gráfico, como também em relação ao seu tamanho, posicionamento e inter-relacionamento com os outros elementos circundantes.
A natureza dos elementos deverá ser preferencialmente a mesma. A utilização de vários formatos de vídeo diferentes aumenta a probabilidade do formando não conseguir visualizar o conteúdo.
Todos os elementos utilizados devem ser proprietários, gratuitos, utilizados com licença escrita do autor ou disponibilizados pela licença Creative Commons. Todas as partes que constituem um curso devem possuir um registo num documento que identifique a proveniência, o tipo de licença, bem como os documentos necessários para provar o direito à utilização. Este cuidado é muitas vezes descurado, mas este tipo de registo é também útil para conseguir identificar a origem de um determinado conteúdo noutras circunstâncias.



Como desenvolver um curso SCORM

O desenvolvimento de conteúdos SCORM pode ser realizado de 2 formas diferentes, criando os objectos de aprendizagem a partir de documentos que já existam usando um programa de Packaging ou desenvolver o conteúdo e criar os objectos de raiz num programa de Authoring and Packaging. São já bastantes os programas de autor para desenvolvimento de objectos de aprendizagem e cursos SCORM, para além da oferta comercial há também alternativas gratuitas, soluções Open Source com menos funcionalidades que as comerciais, mas uma boa opção para iniciar o desenvolvimento dos próprios conteúdos.


Pretendeu-se com este artigo explicar o modelo de referencia de partilha e conteúdos SCORM e fazer uma primeira abordagem à estruturação de um curso eLearning.
No próximo número da revista Formar, iremos exemplificar a construção de um objecto de aprendizagem usando uma das ferramentas de autor gratuita.